Polícia prende homem que se apresentava como médico e suspeito de causar lesão em procedimento estético em Goiás
Um homem identificado como Sebastião Rodrigues da Silva Júnior foi preso em Goiás sob suspeita de atuar como falso médico e causar uma lesão grave em uma paciente durante procedimentos estéticos. Segundo a Polícia Civil, ele se promovia nas redes sociais como profissional de medicina e realizava intervenções consideradas invasivas.
De acordo com a polícia, Sebastião se apresentava ao público como médico e dizia ter formação no exterior. Em publicações na internet, ele também se descrevia como pioneiro em procedimentos de harmonização voltados a áreas como glúteos e seios. Apesar do marketing associado à medicina, a investigação aponta que ele é enfermeiro de formação, mas está com o registro profissional cassado desde 2025.
O caso chama atenção pelo alcance do perfil utilizado pelo suspeito. Em seu Instagram, ele aparece com mais de 200 mil seguidores, divulgando atuação profissional e afirmando ser formado no Paraguai. No conteúdo do perfil, Sebastião também se autodenominava como biomédico esteta, nomenclatura que, conforme a reportagem original, não corresponde à forma de qualificação citada para a área.
A reportagem buscou posicionamento junto a órgãos de fiscalização profissional. O g1 informou que solicitou nota ao Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren GO) e ao Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego). Até a atualização do caso, a defesa do suspeito não foi localizada.
O Ministério das investigações destaca a suspeita de que os procedimentos tenham ocasionado lesão grave à vítima. A Polícia Civil segue apurando detalhes da atuação do preso, inclusive como ele conduzia atendimentos e comercializava cursos ligados ao tema estético, conforme indicado na informação divulgada pela corporação.
Esta matéria segue em atualização, acompanhando as apurações sobre o envolvimento de Sebastião Rodrigues da Silva Júnior em atividades irregulares e os possíveis impactos das intervenções realizadas.
Fonte: g1
Matéria produzida com auxílio de inteligência artificial e revisada pelo portal Fala Goiás.